Ou talvez o problema seja mesmo, como aponta José Morgado, professor de Psicologia da educação no ISPA, onde é membro do Centro de Investigação em Educação, uma demasiada 'manualização' do ensino. «O trabalho de preparação do professor é hoje residual», explica, criticando o excesso no recurso aos livros. Afinal, «há correntes pedagógicas que não o fazem – e cumprem o programa na mesma».
“O negócio milionário dos manuais”, Visão, 24-09-2015
